Embalagens que não mudam

Abaixo alguns produtos que desde que eu me conheço por gente tem sempre teve a mesma embalagem, salvo algumas pequenas modificações

Quando eu olho pra esses produtos, chego a ver minha vó

O velho Quaker: o nome Quaker é usado em aveias desde 1977

Esse velho (ou velha) é usado no Brasil desde 1961, no produto Polentina e em 1964 com aveias, usando a foto desse velho


Leite de Colônia: Desde 1960.
Fórmula foi desenvolvida há 50 anos pelo médico Dr. Arthur Studart. Um tónico facial, que ao longo dos anos tem realçado a beleza natural de todas as mulheres.

Manteiga Aviação: A primeira manteiga de lata do Brasil, o que foi um marco na história das embalagens
A marca existe desde 1920. Até meu pai fala que comia dessa manteiga


Em 1975 ele já existia e foi comprado pela Industria de aguardente Tatuzinho

Pomada Minancora: Criada em 1912 por um imigrante português, Minancora, uma mescla dos nomes Minerva, a deusa grega da sabedoria, e âncora, palavra que aludia a sua permanência definitiva em solo brasileiro.
Apenas uma mudança: em 1992 a embalagem de metal foi substituida por uma de plástico

A Maizena: Existe no Brasil desde 1930 com uma embalagem que quase não mudou, sempre amarelinha com um desenho que ninguém nunca prestou atenção

O que mudou entre o desenho da imagem acima e do atual, é o lado do galo, na versão atual, ele está virado para a direita

4 comentários:

T I N I N disse...

Genial!
Sou a favor de se manter a personalidade intacta...
Seu Blog ta 10!
Beijos
T I N I N

Vivis disse...

Parabéns pelo post!Muito legal!
E a gente já está tão acostumado com essas coisas no dia a dia que acaba nem percebendo...

Sr. D disse...

O Velho Barreiro também mudou o material da embalagem. Antes, vidro, hoje, plástico.

franciscodn disse...

O velho Barreiro - cachaça - agora vem em embalagem plástica, mas com a mesma aparencia.